Olá Amigos!
Tenho visitado este blogue desde sua criação, quero parabenizá-los pela constância em publicações, considerando todas as dificuldades, compromissos, correrias as quais nos submetemos diariamente, o que dificultam a maior frequência, mesmo assim há fôlego e persistência.
Retomamos os encontros aos sábados, das 9 às 11 horas, e na última reunião tive boas-novas, de que vocês continuam se reunindo à noite, a discutir e criar, considero essa autonomia um exemplo e demonstra o quanto gostam e consideram importante nossa arte! Parabéns!
Bom, no último encontro de sábado, Regina Becker leu seus contos (que estão fabulosos!), conversamos sobre o processo criativo, sobre memórias reminiscências recordações e folheamos alguns livros como O Tao (Lao Tsé), I Ching, Fábulas de Esopo, Mistérios do Vale (Sônia Gabriel), falamos sobre Urupês (Monteiro Lobato), Flusser etc.
Sentimos falta de vocês!
Portanto até o próximo encontro, com a seguinte questão: existem palavras iguais, sinônimos, realmente? Ou cada palavra é individual e não há nada substantivação que se aproxime do que ela é?
Grande Abraço!
Fábio Ramos
quinta-feira, 27 de agosto de 2009
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Creio que, a palavra não é individual.
ResponderExcluirEla tem seu significado ligado ao sentido do texto em que está inserida.
Mesmo tendo a mesma ortografia, poderá ter um outro significado conforme a necessidade do autor em utilizá-la no seu texto.
Espero que tenha compreendido a pergunta do Fábio...
Abraços da Regina
Pois é, Fábio, fiquei sabendo pela Regina, na última quarta, que vocês retomaram os encontros nos sábados pela manhã. Votos que o pessoal resolva aparecer nas manhãs de sábado!
ResponderExcluirInfelizmente neste horário eu não posso participar. Raramente estou em SJC nos finais de semana, usualmente subo para a Chácara na sexta à tarde e só volto na segunda, quando não me estendo mais dias por lá mesmo. Se algum dia eu estiver por aqui, aparecerei lá para participar.
Nossos encontros das quartas estão por um fio.
Estávamos nos reunindo apenas em três: a Regina, o Samuel e eu.
O Samuel não apareceu nos dois últimos encontros.
Sinto que nosso Grupo está se esfacelando, o que é uma pena.
Voltando à sua questão, eu não tenho formação acadêmica para falar sobre este assunto, mas vou dar o meu palpite como leigo:
Várias vezes já ouvi dizerem que nosso idioma é muito rico. E eu pergunto: qual a origem desta riqueza? Penso que esta riqueza esteja ligada á origem o idioma e à vida deste idioma, pois todo idioma é vivo. Então acabam entrando no idioma palavras de origens diferentes e, como cada palavra expressa “uma coisa”, podemos ter “coisas” iguais sendo expressas por palavras diferentes.
Isto pode ser uma complicação para quem quer aprender o idioma, mas uma profunda riqueza para quem nele tem fluência, pois começam a surgir as nuances. Genericamente eu poderia dizer que para “uma coisa” mais forte, usamos a palavra “x” e para “uma coisa mais leve” usamos a palavra “y”. Se formos ao dicionário iremos encontrar “x” e “y” como sendo sinônimos e nem sempre a indicação de quando é mais adequado usar uma ou outra, porque isto está na parte informal do idioma.
Voltando a sua pergunta, eu diria que para mim existem algumas palavras que realmente são sinônimos enquanto que outras, mesmo que o dicionário diga que são sinônimos, elas o são, por causa da sutileza de diferenciação do significado.
Nestes casos podemos ter dificuldade de expressar aquele pensamento para uma pessoa que esteja fora da nossa cultura, ou seja, o Idioma Português é um idioma que se presta como veículo de comunicação à várias culturas (pelo menos oito países, eu acho, e dentro de alguns destes países temos mais de uma cultura).
Fraterno abraço.
Roberto.